Bancando a fã com Ken Follett

Ficção Histórica | | 816 p | | Editora Arqueiro | | 2017  | | Skoob

Olá gente linda!!!

😊😊😊

Conhecer o autor(a) dos seus livros favoritos é sempre uma experiência muito boa. Não que eu tivesse a oportunidade de conhecer muitos, por enquanto apenas dois. Infelizmente acabamos dependendo um pouco da sorte de um deles estar por perto em uma data que você possa ir. E em setembro eu tive a oportunidade de conhecer o Ken Follett, autor de um das minhas ficções históricas favoritas: Os Pilares da Terra (que eu já fiz resenha).

Foi em setembro que foi lançado o terceiro livro da série sobre Kingsbridge, onde se passa a trama de Os Pilares da Terra e Mundo Sem Fim. E o evento que tive a oportunidade de participar foi uma conversa do autor sobre o novo livro Coluna de Fogo, organizado pela livraria Waterstones. O evento contou com uma apresentação do livro, Ken Follett contando um pouco sobre si, a leitura das primeiras páginas de Coluna de Fogo, sessão de perguntas do público e claro, sessão de fotos e autógrafos.
Bancando a fã. Eu e o Ken Follett [setembro, 2017].

Ken Follett contou que sua vontade de escrever livros decorreu da seu amor pelas histórias que o faziam se sentir mergulhado numa história, que faziam brotar lágrimas dos olhos, que te deixam extasiado, com o coração acelerado. Seus primeiros contatos com histórias desse tipo aconteceram quando leu Ian Fleming e Shakespeare na Biblioteca de Kenton, aos dozes anos. Follett era um leitor voraz e sonhava em ser o James Bond.

Essa vontade era tanta que seus primeiros livros foram thrillers, em que os personagens tinham missões reais, como em O Buraco da Agulha, quando o espião descobre sobre a invasão da Normandia . Mas foi quando Os Pilares da Terra foi publicado que seus livros começaram a fazer sucesso. O gênero de ficção histórica foi o que alavancou a carreira de Ken Follett.

Seus livros desde então tem a característica de que os personagens criados estão envolvidos na trama de grandes momentos da história. Como a luta pela liberdade das sufragistas e dos mineradores em A Queda dos Gigantes, o movimento pela direitos dos negros em Eternidade por um Fio.

Em a Coluna de Fogo, a luta pela liberdade é novamente o centro da história. A luta pela liberdade religiosa no século XVI durante o reinado da Rainha Elizabeth é o centro da história, nos acontecimentos que precederam a reforma protestante que criou a Igreja Anglicana.

Para escrever o livro a Coluna de Fogo, foi necessário um ano de  muito planejamento e pesquisa. Um processo que paralelamente requisitou pesquisa, leitura sobre os temas que ainda não tinha informação suficiente e muitas visitas. Parte do material de divulgação foi a criação desse vídeo mostrando um pouco do processo de pesquisa realizado para a finalização do novo livro:


Como em Os Pilares da Terra, o novo livro também tem personagens femininas fortes, e o público perguntou no evento como é processo de criação dessas personagens. Ken Follett afirmou que as personagens femininas são sempre facetas de sua esposa Bárbara, que além de inspiração é também a pessoa que revisa os diálogos e ações de todas elas.

Apesar de ter o livro autografado eu ainda não o li. Será o primeiro a ser lido depois do fim do meu projeto Leia Mulheres 2017. Estou ansiosa e morrendo de curiosidade e no momento num autocontrole para não começar o livro logo. Em breve vai ter resenha, prometo.

E alguém já leu o livro? Quer ler? Está deixando para depois como eu?
Deixe um comentário!


Livros com a capa azul #NovembroAzul


Olá leitores!
Como vocês estão?

Estamos no mês do Novembro Azul, que é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Como no post do Outubro Rosa, escolhemos alguns livros com histórias que nos tocaram e nos ensinaram algo de alguma forma. Alguns com tema câncer, romance, superação, ensinamentos e por aí vai.

A Culpa é das Estrelas, John Green

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar. 

O Efeito Rosie, Graeme Simsion

A sequência do best-seller internacional O Projeto Rosie. O Projeto Rosie foi concluído, e Don e sua amada estão morando em Nova York. Ele é professor na Universidade de Columbia, e Rosie cursa o primeiro ano do programa de doutorado em medicina. Tudo vai muito bem até o dia em que ela anuncia: “Estamos grávidos.” Diante do desafio ainda maior do que encontrar uma esposa, Don não vê alternativa a não ser iniciar o Projeto Bebê. Ao tentar definir os protocolos para se tornar pai, usando seu estilo de pesquisa peculiar e suas habilidades sociais – ainda baixíssimas –, Don, é claro, acaba se metendo em várias confusões e mal-entendidos. Agora ele corre o risco de ser processado, deportado, de perder a credibilidade profissional e, o pior, de perder Rosie para sempre. Prepare-se para rir, chorar e se emocionar novamente com o professor de genética mais carismático de todos os tempos.


Extraordinário, R.J. Palacio

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela e uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações medicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... ate agora. Todo mundo sabe que e difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tao diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele e um menino igual a todos os outros. R. J. Palacio criou uma historia edificante, repleta de amor e esperança, em que um grupo de pessoas luta para espalhar compaixão, aceitação e gentileza. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade um impacto forte, comovente e, sem duvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo o tipo de leitor.


365 dias extraordinários, R.J. Palacio

No romance Extraordinário, o leitor teve a chance de conhecer o memorável professor de August Pullman, o Sr. Browne, que no primeiro dia de aula, antes mesmo de se apresentar aos alunos, ofereceu uma profunda lição sobre a importância de cultivarmos preceitos positivos em nosso cotidiano regras capazes de nos inspirar a fazer escolhas cada vez mais acertadas ao longo da vida. O discurso do professor fez com que Auggie, pela primeira vez, pensasse que frequentar a escola poderia não ser tão má ideia. É essa a inspiração que 365 dias extraordinários pretende levar ao leitor. A bela edição reúne uma coleção de preceitos que vão iluminar, confortar e desafiar cada um a se tornar uma pessoa melhor. São palavras de sabedoria pinçadas de fontes que vão desde músicas e grandes obras da literatura até inscrições em tumbas egípcias e frases de biscoitos da sorte, incluindo passagens de alguns dos mais importantes personagens de Extraordinário e de mais de cem dos milhares de leitores que enviaram seus preceitos à escritora R. J. Palacio. 365 dias extraordinários: o livro de preceitos do Sr.Browne é uma celebração da gentileza, da esperança, da força de vontade e do poder do coração.

Espero que tenham gostado das dicas e não esqueçam de acessar o site do Instituto Lado a Lado pela Vida, para saber mais sobre o Novembro Azul e apoiar essa causa.


Livros que ainda quero ler em 2017


Olá leitores!
Como vocês estão?

Já estamos em Novembro, a quinta-feira do ano e ainda tenho 78 livros para ler na minha estante 😱 Como faz? Hahahahhaha

Pensando nisso, resolvi montar esse post e mostrar para vocês quais livros que ainda pretendo ler até o final do ano. Espero que eu consiga seguir essa TBR.. vamos torcer!

Sempre monto a minha meta de leitura no Skoob e como não estava conseguindo seguir, diminui e deixei com livros que realmente quer ler até o ano acabar. No total ainda ficaram 24 livros hahahaha

Mas desses 24 tem alguns que quero realmente ler esse ano ainda.

Já iniciei Novembro, 9 da Colleen Hoover, uma das minhas autoras preferidas de Young Adult Pretendo ler Harry Potter e as Relíquias da Morte e assim finalizar meu projeto de releitura da saga que eu tanto amo! Mil beijos de garoto quero muito, muito ler e não vou deixar passar desse ano. Só li coisas boas sobre ele e estou ansiosa pela leitura. Para ser sincera quero tentar ler todos hahahaha 

Quais são os livros que vocês ainda pretendem ler em 2017? 
Conta aqui nos comentários 😁

Resenha: Tudo e todas as coisas, Nicola Yoon

Young Adult || 304 Páginas || Editora Novo Conceito || 2016 || Skoob || Classificação: ★★★★

Em Tudo e Todas as Coisas somos apresentados a história de Madeline Whittier, uma jovem de 18 anos que possui a IDCG, uma doença que a deixa alérgica a praticamente tudo no mundo. Maddie nunca pode ir ao ar livre, vivendo dentro de uma casa totalmente equipada contra as ameaças exteriores. Além dos seus amados livros suas únicas fontes de contato são alguns professores, sua amiga e enfermeira Carla e sua mãe, que também é sua médica. Mas tudo está prestes a mudar com a chegada de novos vizinhos na casa ao lado.

Quando Maddie cruza o olhar com o novo vizinho Olly e descobre o quão divertido e insistente ele é, os dois começam a se 'encontrar' online e dessas conversas surge uma amizade colorida. Em meio a essa amizade Maddie passa a querer mais da vida e só conversar por e-mail não é e nunca será suficiente. Olly desperta nela uma vontade de viver de verdade e decidida a ter isso pelo menos uma vez, Maddie passa a quebrar todas as regras e limitações impostas por sua rara doença.

Demorei tanto para ler esse livro porque queria ler antes de ver o filme, e o que posso dizer é que a minha demora valeu a pena, tanto pelo livro quanto pela adaptação!

A escrita da autora é muito fluída e os personagens são encantadores. É surpreendente acompanhar a rotina de Maddie no começo e sua evolução ao longo da história. Suas descobertas, suas escolhas, seu amadurecimento foi muito bom de ler. Além do foco na rara condição de Maddie e sua relação com a mãe, também é explorado a situação da família de Olly, que tem um pai agressivo e abusivo com a mãe, que é um tema muito discutido atualmente. 

É interessante acompanhar a narrativa do ponto de vista de Maddie que conta com listas, desafios, desabafos, desenhos, definições, prontuários, dados sobre sua doença, novas emoções com relação a Olly e uma coisa que me chamou bastante atenção, as resenhas literárias sobre suas leituras e como elas a impactaram. 

Foi uma leitura que me surpreendeu, como eu falei, e me surpreendi mais ainda por não ser uma história que fica pesada ou triste em seu desenvolvimento. É emocionante? Sim! Mas somos levados a todo momento a torce para que Maddie realmente viva e aproveite da melhor forma o que a vida tem a oferecer e isso nos faz refletir sobre a maneira como temos levado nossas vidas. Temos realmente aproveitado todos os momentos da nossa vida como deveríamos?

O desfecho da história para mim foi totalmente inesperado, simplesmente nada daquilo passou pela minha cabeça! Fiquei muito indignada e estarrecida, depois passei a compreender melhor. Não posso falar muito sem dar spoilers, então simplesmente leiam!

O livro foi lançado em 2 edições, acabei comprando a com a capa do filme (que eu geralmente não gosto de comprar), mas confesso que a edição ficou maravilhosa com as fotos do filme no meio da leitura. A diagramação da editora ficou ótima, e como falei acima, te vários elementos que ilustram muito bem a narrativa. Recomendo!

Claro que depois que acabei o livro fui correndo assistir o filme, que finalmente está disponível no Net Now (thanks God!). Achei a adaptação ótima e com um bom ritmo, desde a escolha dos atores, a trilha sonora e a fotografia. A narrativa não é pesada e assim como no livro não nos força a ficar triste com a condição de Maddie, mas sim torce por ela. Confira o trailer abaixo!


Já leram? O que acharam?
Conta aqui embaixo nos comentários ↓


Especial de Halloween | A Origem do Halloween


Olá leitores,
Como vocês estão?

Como hoje é Halloween, resolvi contar a origem da festa. E claro que temos um "referenciazinha" na minha série favorita: SUPERNATURAL, rs rs ...


Então vamos a história:

Quando pensamos em Halloween, logo vem em nossa mente as crianças americanas fantasiadas indo pedir doces nas casas dos vizinhos, mas engana-se quem pensa que a origem do Halloween vem da América. Muito pelo contrario, suas origem vem da Europa, para ser mais precisa de um ritual celta. 
O nome deriva do termo "All Hallow's Eve", o termo "Hallow" significa Santo, e o termo "Eve" significa Véspera, ou seja "A Véspera do dia de Todos os Santos", dia 31 de outubro. 

O ritual é conhecido como "Festival celta de Samhain". Samhain quer dizer "Fim do Verão". Ele marca  O Samhain durava 3 dias, iniciando no dia 31 de outubro. Segundo historiadores esse ritual era uma homenagem ao "Rei dos mortos", mas tais fatos são de difícil confirmação, pois as festas acontecem desde o século 18 e existem poucas evidencias. As maiores marcas do Samhain são: a fogueira e a abundância de comida após a época de colheita. 

Por volta do século 8, o papa mudou a data do Dia de Todos os Santos, que era dia 13 de Maio, para 1 de Novembro, misturando assim as tradições pagãs e cristãs. Especulasse que o Papa agiu dessa forma como uma tentativa de "Cristianizar" o Samhain. 

Alguns costumes do ritual era queimar joio na fogueira, para celebrar o fim da colheita, e como um simbolo para guiar as almas cristãs ao purgatório, ou para repelir bruxaria e peste negra. Ele costume também prever o futuro ou data da morte de uma pessoa. Um hábito muito comum eram as crianças que iam de casa em casa, cantando rimas ou fazendo orações as almas dos mortos. Em troca, elas recebiam bolos de boa sorte, que representava a alma de uma pessoa que foi liberada do purgatório. 

Essa tradição imigrou para a América quando a Irlanda passou por um per iodo conhecido com "Grande Fome", mais de um milhão de pessoas foram forçadas a imigrar para os Estados Unidos em 1845. As primeiras referencias do Halloween apareceram na América pouco depois disso e tradições Americanas foram unidas as do Reino Unido. Foi na América que a abóbora passou a ser o simbolo do Halloween, devido a lenda de "Jack O'Lantern". Graças a essas misturas de origens temos o Halloween que conhecemos hoje. 

Na série Supernatural, Samhain é um demônio, que era adorado pelos pagãos. Eles faziam sacrifícios para ele, para que tivessem uma boa colheita. E todo dia 31 de Outubro seu espirito saia do inferno e vagava pela Terra atrás de mais sacrifícios, pois o "portal" que liga nosso mundo com o dos espíritos fica mais fino, então é possível fazer a passagem entre os dois mundos. As pessoas usavam as fantasias como uma forma de se esconder dele, pois ele entendia que elas eram como um "igual". 

Bom pessoal, essa é a história do Halloween.

Espero que tenham gostado!!

Happy Halloween =)