Indicação | Amor à Moda Antiga [Fabrício Carpinejar]

Olá leitores!
Tudo bem?

Estou numa vibe livros que saem da minha zona de conforto e estou descobrindo leituras maravilhosas. E é uma delas que venho indicar hoje aqui para vocês. 
Foto por: Caligrafando-te
Sinopse: Em seu aniversário de 43 anos, Fabrício Carpinejar ganhou de presente uma velha máquina de escrever Olivetti Lettera 82 verde-esmeralda. Desde esse dia, ele se dedica a escrever nela poemas de amor e a guardá-los como um inventário de seus sentimentos e emoções ao longo de sua carreira. Pela primeira vez, a Belas-Letras publica esses poemas exatamente como os originais foram enviados à editora, em maços de papel despachados pelos Correios, sem nenhum tipo de correção ortográfica, edição ou retoques, inclusive com as próprias anotações à mão feitas pelo próprio Carpinejar. Todos os textos de Amor à Moda Antiga (inclusive este) foram originalmente escritos em máquina de escrever. O resultado é um livro orgânico, singelo e apaixonadamente imperfeito, exatamente como o amor é.

Poemas. Nunca fui uma leitora ávida por poemas ou poesia, mas recentemente descobri textos maravilhosos e que retratam o sentimento do amor de uma forma mais contemporânea. É o caso desse livro de Carpinejar, que por mais que tenha sido escrito em uma máquina de escrever e tenha a palavra antiga no título, não há nada mais novo que seu texto poético.

É impossível não se identificar com alguma frase ou um poema todo, e isso faz com que lembremos de alguns momentos que já passamos na vida com relação ao amor. Conseguimos acompanhar as diversas nuances desse sentimento e isso foi um ponto super positivo para o avanço da minha leitura. 

A diagramação do livro ficou ótima, a capa é maravilhosa e a estruturação do texto, com os erros e correções do autor, ficaram excepcionais. Acabei lendo no Kindle, mas já vi na livraria e com certeza irei comprá-lo. 

Se você, assim como eu, procura leituras que saiam da sua zona de conforto e que sejam uma bela supresa no final, esse livro está mais do que recomendado!

“só é livre quem não ama.
amar é nascer de novo
com o mesmo desamparo,
sem direito a escolher o nome
os pais, a casa.
é assumir as consequências
de um destino emprestado”.

2 comentários:

  1. Oi Raíssa,
    como havia comentado antes, não achei esse livro tudo isso. Mas talvez eu não tenha lido com tanto afinco, absorvendo cada palavra. E como li no celular, acho que contribuiu para eu não me empolgar tanto.
    Vou ler novamente, com um outro olhar.
    bjs

    Amor por Livros

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Re!
      Pode ser, às vezes não estamos na vibe do livro.
      Eu li no Kindle, mas vou comprar para ter a experiência de ler no físico que ficou muito bem feito.
      Beijos!

      Excluir